quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Meu coração por ti bate...

Cá estava eu, no nosso pseudo/mini/pequetito-apartamento me arrumando pra faculdade pra mais uma linda e empolgante aula de filosofia do direito (quem é da minha sala, entendeu bem minha ironia), feliz por minha mãe estar aqui em casa e também por ter comida nos horários certos. Uma maravilha ter a mãe morando com você depois de um tempo morando apenas com sua irmã.
 Mas eis que no finalzinho da aula, mais ou menos 21:55, eu recebo uma mensagem: "Onde você tá? Estamos na republica paulista, vem pra caaa" (não foi com essas palavras, mas o conteúdo é o mesmo). Claro que depois da aula eu daria uma passadinha lá como todo mundo faria, não é mesmo?
 Chego lá, todo mundo feliz HEHE e eu pego o violão e começo a tocar aquelas músicas que todo mundo sabe cantar. Fome bate, lá vamos nós pra um barzinho perto da facul. Passo em casa e já escuto um sermãozinho da mamãe com o típico "não vai enrolar!".
 Pego também o meu violão pra fazer AQUELA dupla (beijo, cadu!) e bora pro barzinho. Todo mundo com a barriga cheia, voltamos pra republica. Pra manter a tradição, meu cel toca: mãe.
"-Mãe, a gente tá aqui conversando e comendo.. to com o meu violão que peguei aquela hora e ta tudo bem!
-Mas hoje é quarta! Não vai demorar não.. Eu preocupo e não durmo (...)
-Tá bom, mãe. 30 min. eu chego aí."
 Mas o que eu não contava, era que eu ganharia cortesia em uma festa que seria no dia seguinte, quinta (hoje), com tudo grátis! A festa começa 23:00, agora eu pergunto: COMO CONVENCEREI MINHA MÃE PRA IR NESSA FESTA?
 Eu achei que seria bom... Aliás, é bom ter minha mãe aqui! Mas né? Estudo a noite, sempre dou uma lidinha a tarde e mereço ir pra uma festa sem o celular tocar de 10 em 10 min. (Pequena observação: TUDO SEM GASTAR NADA, NEM LOCOMOÇÃO!)
 Mãe, por favor, leia meu blog. E amo você.  

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