terça-feira, 1 de maio de 2012
Limpando por dentro
Eu tô vendo as pessoas feridas. Tristes. Angustiadas. Nervosas (e eu poderia colocar outros tantos verbos aqui). Eu tô vendo também as pessoas enganarem e mentirem. E outras acreditando.
Eu juro que eu queria pegar um pouquinho de cada dor e sair dividindo por aí; queria que fosse menos intenso pra todo mundo (até porque quando tudo tá muito bom, alguma merda sempre acontece e o resultado todo mundo já sabe como é).
Eu quis dividir o meu móvel empoeirado com alguém aí, mas não deu não. Só deram umas espanadinhas mais ou menos e pronto. Não quero serviço assim não, mô bem. Próximo, pf.
E essa gente (vulgo alguns amigos/conhecidos) que se conformam com essa espanadinha mais ou menos estão aí agora com o cu apertado e choramingando.
Eu vou escrever uma carta pra todos eles com algumas dicas de como não se deixar levar por empregados ruins, mas eu vou escrever sem educação e com a cara séria pra ver se eles me escutam. E vou escrever como se fosse algo mais banal, como o amor [risos]:
Você já passou por isso mais de uma vez, eu sei. Já chorou e se arrependeu por ter confiado. Mas quer saber? A culpa é sua. Foi você quem fingiu acreditar em tudo aquilo que ele te falou e agora você me vem com "não acredito que eu acreditei que a lua seria minha" e dizer também que foi uma trouxa de acreditar nisso. Você sabia que não era verdade e lá foi, de braços abertos esperando o abraço da lua.
Você deve acreditar em quem te promete uma pedra; mas não se conforme com uma brita ou com alguma qualquer que vive queimando do sol no meio da rua. Peça uma que te faça lembrar com um carinho a mais, uma que foi pega no meio do rio e que faça lembrar paz. Ou frio, ou sonho, ou abraço (...).
Isso sim seria alguém pra levar pra frente. Mas não, você quis aquele que te chamou de gostosa e cantou roberto carlos no seu ouvido.
E você falou que o amava durante a primeira semana, meu Deus! Como?
Você procurou por esse pé no meio da bunda quando aceitou ficar em casa quando ele pedia e deixava-o livre pra sair com os amigos. E não, o erro não está em deixar ele sair com os amigos, mas sim quando você aceitou o cargo de inferior e que aceitaria tudo. Colega, até em direito a gente aprende que o governo não pode tirar o direito de alguém se este evoluir pra um pior, tipo quando um cara recebe remédio e o Estado não tem mais verba pra isso. O problema agora é do Estado, ele te acostumou a receber o tal remédio e agora a responsabilidade é dele! E você, colega, não se valorizou e disse "sim" pra todos os pedidos que lhe foram feitos.
Olha, você mereceu. E merece muito mais. Mas chorar te fará bem e te fará amadurecer. Vai fazer você ficar mais ambiciosa e exigente também.
Se acabe de chorar escutando roberto carlos e coma quilos e mais quilos de chocolate vendo filmes. Sorvete também é uma opção. Engorde, não tenha vontade de pentear os cabelos nem tomar banho. As suas aulas não vão render e você vai se pegar pensando no último abraço e lá vai o catarro escorrer de novo. Mas sabe o que vai ser bom? Você vai ver que as suas aulas e suas notas não vão te esperar, seu mal cheiro vai te fazer tomar um banho demorado (e no final do banho, até te fará sentir melhor), e o espelho vai começar a te incomodar também.
E sabe o que você vai aprender com isso? Que tudo é como um imã: sempre vai ter uma força pra te puxar ou empurrar. As notas, a estética, o bem estar. Mas o que você deve fazer é aproveitar e ir no extremo de ambos os pontos, aí sim você vai levar como experiência pro próximo pé na bunda.
obs1: eu sei que tá parecendo aqueles textos que as meninas de 16 anos colocam no facebook ou orkut, mas agora eu sei de onde e como eles vieram.
obs2: não, eu não fiz esse texto pra alguém específico. Eu tô escrevi isso pensando em, no mínimo, 4 amigas.
bjs
obs2: não, eu não fiz esse texto pra alguém específico. Eu tô escrevi isso pensando em, no mínimo, 4 amigas.
bjs
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Bete balança
Se eu soubesse o quanto procrastinar pra escrever causa mais procrastinação, eu não teria enrolado tanto. As coisas acontecem rápido demais, eu mudo rápido demais e a vontade de escrever parece não acompanhar isso, então eu deixo pra escrever quando estiver em uma fase mais *individual* e PÁ, mudo de novo e não escrevo.
Nesse tempo que eu estive ausente aconteceram mais coisas que em todo o ano passado. Conheci gente legal, conheci gente nem tão legal assim e gente que parece ser legal só por fora. Falando individualmente: conheci aquele carinha legal/popular que faz sucesso com as menininhas mas que, no fundo, é total carência;.conheci gente de 17 anos loucamente louca ~piercings, tatuagens e estilo demais pra cabeça de menos; tatuagens que ganharam de mim um carinho enorme, que por vez confundi com algo a mais (obrigada pela luz que me chegou semana passada); vi que eu julgo, sim, as pessoas, mas tenho a capacidade de conhece-las pra ver o que elas realmente são por dentro e refazer meus conceitos sobre; me aproximei e criei laços de amizade que pretendo cultivar por tempo indeterminado; vi que sou um tanto quanto influenciável facilmente e que eu finalmente consegui desengasgar de um relacionamento que há, aproximadamente, 3 anos que vem me entalando cada vez mais. Gente, dica: tome um copo de água. Mude a estratégia e conheça os novos métodos. E não quero falar mais sobre porque quem convive comigo provavelmente vai reconhecer todos os "alguéns" descritos e não quero me comprometermais.
Vi que pessoas próximas lêm meu blog e criticam. Não que essa seja a intenção, acho que é mais uma tentativa de se aproximar de mim e mostrar que lêm mesmo como alguma forma de interesse.
Eu conheci gente que viaja muito e tá me fazendo viajar um pouco também; quero escrever sobre tudo que eu passei e aprendi nesses meses (?) que estive fora.
Percebi que comigo só acontece algo se realmente acontecer desde o começo, se é que me entendem. Mas não é que acontece comigo que vai acontecer com você (olha eu escrevendo tudo em código, que chata!). As pessoas não são realmente como elas se mostram, tanto pelo lado ruim como pelo bom.
Seus superiores ou até mesmo as pessoas mais experientes que você vão tentar, de algum jeito, tirar proveito de alguma coisa. E isso é normal. Você também vai fazer isso algum dia.
Meu Deus, tô escrevendo uma carta com dicas pros meus netos! Mas eu bem queria te-la lido quando eu tinha meus 16 anos.
Preciso voltar pro trabalho.. prometo voltar a escrever coisas mais legais que essas que escrevi hoje; foi só uma tentativa de escrever tudo em um post apenas.. enfim, beijo pros gordos
Nesse tempo que eu estive ausente aconteceram mais coisas que em todo o ano passado. Conheci gente legal, conheci gente nem tão legal assim e gente que parece ser legal só por fora. Falando individualmente: conheci aquele carinha legal/popular que faz sucesso com as menininhas mas que, no fundo, é total carência;.conheci gente de 17 anos loucamente louca ~piercings, tatuagens e estilo demais pra cabeça de menos; tatuagens que ganharam de mim um carinho enorme, que por vez confundi com algo a mais (obrigada pela luz que me chegou semana passada); vi que eu julgo, sim, as pessoas, mas tenho a capacidade de conhece-las pra ver o que elas realmente são por dentro e refazer meus conceitos sobre; me aproximei e criei laços de amizade que pretendo cultivar por tempo indeterminado; vi que sou um tanto quanto influenciável facilmente e que eu finalmente consegui desengasgar de um relacionamento que há, aproximadamente, 3 anos que vem me entalando cada vez mais. Gente, dica: tome um copo de água. Mude a estratégia e conheça os novos métodos. E não quero falar mais sobre porque quem convive comigo provavelmente vai reconhecer todos os "alguéns" descritos e não quero me comprometer
Vi que pessoas próximas lêm meu blog e criticam. Não que essa seja a intenção, acho que é mais uma tentativa de se aproximar de mim e mostrar que lêm mesmo como alguma forma de interesse.
Eu conheci gente que viaja muito e tá me fazendo viajar um pouco também; quero escrever sobre tudo que eu passei e aprendi nesses meses (?) que estive fora.
Percebi que comigo só acontece algo se realmente acontecer desde o começo, se é que me entendem. Mas não é que acontece comigo que vai acontecer com você (olha eu escrevendo tudo em código, que chata!). As pessoas não são realmente como elas se mostram, tanto pelo lado ruim como pelo bom.
Seus superiores ou até mesmo as pessoas mais experientes que você vão tentar, de algum jeito, tirar proveito de alguma coisa. E isso é normal. Você também vai fazer isso algum dia.
Meu Deus, tô escrevendo uma carta com dicas pros meus netos! Mas eu bem queria te-la lido quando eu tinha meus 16 anos.
Preciso voltar pro trabalho.. prometo voltar a escrever coisas mais legais que essas que escrevi hoje; foi só uma tentativa de escrever tudo em um post apenas.. enfim, beijo pros gordos
*preciso perder a barriguinha a mais que criei
terça-feira, 27 de março de 2012
Eu sei que as pessoas se escondem por medo, insegurança ou tudo mais sobre aquilo que você lê nos livros de auto ajuda, até porque eu mesma me escondo.
Mas eu me escondo no vermelho do meu rosto (não pensem que isso é fofo, é constrangedor) e na frequente mão no cabelo quando com vergonha ou nervosa. E eu espero que você não se esconda por trás do seu sorriso, porque (você sabe disso) essa é a sua parte bonita, a parte que encantaa parte em que eu me encantei e não é bom transformar sua melhor parte em um escudo (cá entre nós, o escudo recebe facadas, murros, arranhões, ofensas e tudo mais que não te faz bem e, colocar sua melhor parte pra isso, pode soar um tanto quanto falso).
E eu cansei, não quero mais escrever pra quem me encanta. Quero escrever pra quem se diz encantado.
"Eu vou escrever com letras maiúsculas
o que te define, o que te acompanha.
Em minúsculas eu me descrevo
pra então grifar com meu desejo
que é cheio de seus mimos e manhas"
Mas eu me escondo no vermelho do meu rosto (não pensem que isso é fofo, é constrangedor) e na frequente mão no cabelo quando com vergonha ou nervosa. E eu espero que você não se esconda por trás do seu sorriso, porque (você sabe disso) essa é a sua parte bonita, a parte que encanta
E eu cansei, não quero mais escrever pra quem me encanta. Quero escrever pra quem se diz encantado.
"Eu vou escrever com letras maiúsculas
o que te define, o que te acompanha.
Em minúsculas eu me descrevo
pra então grifar com meu desejo
que é cheio de seus mimos e manhas"
terça-feira, 13 de março de 2012
Good way from Marina
Olha só, você, que devia aprender em vez de ensinar. Já não é de hoje que seus olhos me chamam atenção; que tenho uma imensa vontade de ensinar. Mas eu não percebi que você já estava a alguns passos na minha frente. Acho que não notei nosso andar simultâneo por se tratar de matérias diferentes.
Eu quero um português com palavras certas, coerência e exatidão enquanto você quer artes, com rabiscos, pingos e linhas tortas.
Eu poderia escrever um texto torto, daqueles que as crianças se interessam quando feito em espiral ou em alguma outra forma... mas você já não é criança e logo entenderia que nada mais é que um texto normal.
Você poderia desenhar em alguma forma lógica, uma estética certinha, onde os desenhos se encaixem e façam uma poesia! Mas não há nisso a sua alma de artista.
Eu vou esperar a sua arte se encaixar no meu português, vou esperar sua alma mudar e, enquanto isso, vou tentar aprender a rabiscar. Vou fazer um texto com as cores que você já me trouxe e pregar em sua mesa, vou deixar você querer aprender português.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Resumão
E aí, gente linda! Como vocês têm passado esse tempo sem meus posts? Saudade apertando em vossos corações?
Fiquei um pouco ausente porque estava arrumando as coisas, encaixando horários... mas agora voltarei a ativa. Eu gosto de escrever sobre as coisas que acontecem comigo e gosto da sensação de saber que alguém está acompanhando pelo simples fato de saber que se eu morrer, alguém vai saber o motivo (brinks, galera. Gosto só de compartilhar as merdas cotidianas mesmo), mas não vai dar pra escrever sobre tudo que aconteceu, então eu vou fazer um resumão através de tópicos:
Dia 18/02 fiz aniversário (mas não muda muita coisa porque dos 18 pros 19 não tem nada de diferente);
Minha mãe comprou uma casa em uma cidade vizinha da que eu moro pra ficar mais perto dos parentes, tendo que financiar uma certa quantia em dinheiro (aceito doações/contribuições RSRS);
Eu e uma colega de sala/trabalho -não somos efetivadas no estágio (não recebemos nada pra trabalhar, enfim) tentamos conversar com alguém da prefeitura pra ver se ela nos contratava, mas foi em vão. Percebi que, apesar de ter passado no concurso da prefeitura, fiquei atrás de muitas pessoas (que é igual: se fode aí, biscate. SE você for chamada, você vai trabalhar em casa de saúde, imposto ou qualquer outro lugar que seja ruim e nada a ver com sua área);
Começou matéria nova na faculdade e estou adorando duas (penal e psicologia do direito)! Ironia do destino, ambos XXXXXXXXXXXXXXX (quem entendeu dá beijo e bala na sala, porque sei que meus colegas vão pegar);
Tentei sair do meu estágio porque sei que, se eu for contratada, será pelo TJ e só ano que vem, o que atrasaria um pouco a minha vidade álcool, dorgas e rock'n roll em termos financeiros (essa eu detalho pra vocês: eu vim toda confiante e séria pra ter "A" conversa com a escrivã, coração pulsando de tanto medo e alegria por saber que não precisaria mais mecher com problema alheio ou siscom*. Já pensando no pequeno discurso que "eu aprendi bastante, conheci profissionais, pessoas novas... mas é que preciso de um tempo pra estudar, o que anda me faltando. Quero passar a fazer minhas aulas de inglês dia de semana também porque eu faço sábado, de manhã -sente meu desespero pra poder chegar tarde em casa na sexta-. Tem também minha mãe, que financiu um dinheiro pra uma casa e vai ficar meio apertado, precisava de um emprego que desse algum retorno financeiro..." Poisé, motivos eu tinha, mas rigidez que é bom.... A escrivã falou pra eu ficar, que se eu ficasse um ano aqui -já tenho praticamente 6 meses- eu teria certos "créditos" em concursos, além de me passar pra de manhã como eu havia pedido. DIVINHA. Estou postando do trabalho -segredinho, gentchy- e acabei de ganhar um bis dela. Tá um amor.);
Conheci um carinha estilo cowboy que me atraiu bastante também. Legal, inteligente, engraçado... não cito o resto porque algum filho da mãe pode entrar em contato com ele, logo, evitemos. 3 dias depois (hoje), cabou amor. Não sinto mais o tal interesse que senti 3 dias atrás, coisa que sinto falta. Quero encontrar alguém lecau, bunitu, teligenti... e que não perca o encanto em uma semana. Tá dificil essa porra.
E engordei também, criei uma barriguinha que Glória Kalil condenaria por entrar tão do nada e sem aviso prévio em minha vida.
Começarei a dar aulas de violão novamente pra uma colega de sala, mas acho que não ganharei nada também. Uma delícia ter amiga inteligente (que escreve em blog também, super indico: www.ninamundim.blogspot.com) pra estudar com você a troca de aula de violão. MAS MARINA, SE QUISER AJUDAR SUA POBRE AMIGA COLEGA COMPANHEIRA VIZINHA DE CARTEIRA, SINTA-SE À VONTADE.
E eis o resumo dos meus dias de ausência com umas dicaspra me ajudar para o fim de semana: alguém que me encante por 80 anos, dindim -na minha caixinha de correio, bolsinha de faculdade ou embaixo da minha porta mesmo- ou um remedinho pra emagrecer, bora colaborar com a estagiária pobre, gente.
Fiquei um pouco ausente porque estava arrumando as coisas, encaixando horários... mas agora voltarei a ativa. Eu gosto de escrever sobre as coisas que acontecem comigo e gosto da sensação de saber que alguém está acompanhando pelo simples fato de saber que se eu morrer, alguém vai saber o motivo (brinks, galera. Gosto só de compartilhar as merdas cotidianas mesmo), mas não vai dar pra escrever sobre tudo que aconteceu, então eu vou fazer um resumão através de tópicos:
Dia 18/02 fiz aniversário (mas não muda muita coisa porque dos 18 pros 19 não tem nada de diferente);
Minha mãe comprou uma casa em uma cidade vizinha da que eu moro pra ficar mais perto dos parentes, tendo que financiar uma certa quantia em dinheiro (aceito doações/contribuições RSRS);
Eu e uma colega de sala/trabalho -não somos efetivadas no estágio (não recebemos nada pra trabalhar, enfim) tentamos conversar com alguém da prefeitura pra ver se ela nos contratava, mas foi em vão. Percebi que, apesar de ter passado no concurso da prefeitura, fiquei atrás de muitas pessoas (que é igual: se fode aí, biscate. SE você for chamada, você vai trabalhar em casa de saúde, imposto ou qualquer outro lugar que seja ruim e nada a ver com sua área);
Começou matéria nova na faculdade e estou adorando duas (penal e psicologia do direito)! Ironia do destino, ambos XXXXXXXXXXXXXXX (quem entendeu dá beijo e bala na sala, porque sei que meus colegas vão pegar);
Tentei sair do meu estágio porque sei que, se eu for contratada, será pelo TJ e só ano que vem, o que atrasaria um pouco a minha vida
Conheci um carinha estilo cowboy que me atraiu bastante também. Legal, inteligente, engraçado... não cito o resto porque algum filho da mãe pode entrar em contato com ele, logo, evitemos. 3 dias depois (hoje), cabou amor. Não sinto mais o tal interesse que senti 3 dias atrás, coisa que sinto falta. Quero encontrar alguém lecau, bunitu, teligenti... e que não perca o encanto em uma semana. Tá dificil essa porra.
E engordei também, criei uma barriguinha que Glória Kalil condenaria por entrar tão do nada e sem aviso prévio em minha vida.
Começarei a dar aulas de violão novamente pra uma colega de sala, mas acho que não ganharei nada também. Uma delícia ter amiga inteligente (que escreve em blog também, super indico: www.ninamundim.blogspot.com) pra estudar com você a troca de aula de violão. MAS MARINA, SE QUISER AJUDAR SUA POBRE AMIGA COLEGA COMPANHEIRA VIZINHA DE CARTEIRA, SINTA-SE À VONTADE.
E eis o resumo dos meus dias de ausência com umas dicas
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
De Eloá pra mim
Lembram que falei que quando meu pai se foi eu me tornei uma pessoa mais "sensível"? Confirmei isso quando o caso Eloá voltou com o julgamento. Eu lembro de acompanhar o sequestro como se fosse ontem, mas eu não sentia o que eu sinto hoje, mesmo algum tempo depois. Confesso que chorei quando passaram uma matéria dela nessas TVS tipo record, band, não sei; nesses programas de fofoca.
Sei que perder meu pai foi e é uma coisa pesada, mas imagino como é a dor de uma mãe quando se perde um filho, até porque o "natural" é os pais morrerem antes.
Não preciso dizer o que acho do tal Lindemberg, pois é provavelmente o mesmo que vocês: nojo, medo, raiva.. Enfim.
Hoje eu acordei 6:30 mais ou menos pra trabalhar (como vou faltar sexta pro carnaval, tive que pagar as horas. SIM, MESMO SENDO TRABALHO VOLUNTÁRIO bjs pra escrivã). O assunto era a tal advogada do Lindemberg desacatando a juiza e a revolta, né? Estudante de direito adora isso.Tomara que nenhum colega de trabalho leia esse blog.
Não sei se vocês acompanharam, mas a advogada do Lindemberg veio com o "princípio real" e a juiza disse desconhecer. Resumão sobre o que li desse princípio: deve se julgar o caso de acordo com o que aconteceu, não apenas pelo que está nos papéis. Mas cá eu perguntando: o que diabos a juíza estaria fazendo então? Se estão fazendo o julgamento e a juíza está lá pra colocar ordem e buscar a tal verdade, a advogada que foi ignorante ao tentar fazer a juíza ficar como burra. E muita gente realmente achou que a advogada era "a foda".
pausa pro acontecimento recente:
QUEM FOI O FILHO DA PUTA QUE TAVA COM MEU VIOLÃO E APERTOU TANTO AS CORDAS A PONTO DE ARREBENTÁ-LAS? Troquei minhas cordas não faz nem 2 semanas!
Oficial: meu violão não sai mais de casa.
bando de filho da puta, isso que dá emprestar o violão pros amigos.
E cabou também a inspiração de escrever sobre Eloá. Cabou.
ps: sei que record e band não são tvs, mas que se dane também, to braba e fazendo bico
Sei que perder meu pai foi e é uma coisa pesada, mas imagino como é a dor de uma mãe quando se perde um filho, até porque o "natural" é os pais morrerem antes.
Não preciso dizer o que acho do tal Lindemberg, pois é provavelmente o mesmo que vocês: nojo, medo, raiva.. Enfim.
Hoje eu acordei 6:30 mais ou menos pra trabalhar (como vou faltar sexta pro carnaval, tive que pagar as horas. SIM, MESMO SENDO TRABALHO VOLUNTÁRIO bjs pra escrivã). O assunto era a tal advogada do Lindemberg desacatando a juiza e a revolta, né? Estudante de direito adora isso.
Não sei se vocês acompanharam, mas a advogada do Lindemberg veio com o "princípio real" e a juiza disse desconhecer. Resumão sobre o que li desse princípio: deve se julgar o caso de acordo com o que aconteceu, não apenas pelo que está nos papéis. Mas cá eu perguntando: o que diabos a juíza estaria fazendo então? Se estão fazendo o julgamento e a juíza está lá pra colocar ordem e buscar a tal verdade, a advogada que foi ignorante ao tentar fazer a juíza ficar como burra. E muita gente realmente achou que a advogada era "a foda".
pausa pro acontecimento recente:
QUEM FOI O FILHO DA PUTA QUE TAVA COM MEU VIOLÃO E APERTOU TANTO AS CORDAS A PONTO DE ARREBENTÁ-LAS? Troquei minhas cordas não faz nem 2 semanas!
Oficial: meu violão não sai mais de casa.
E cabou também a inspiração de escrever sobre Eloá. Cabou.
ps: sei que record e band não são tvs, mas que se dane também, to braba e fazendo bico
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Jakeline se fuera para que seu ex se fuere também
Apesar do título meio trocadilhado*, não quero falar do assunto com humor como eu tento escrever a maioria das coisas. Não sei se vocês lembram quando eu comentei que gostava da Jakeline no formspring, mas eu a achava uma fofa. O ex namorado dela morreu em um acidente de carro nessa madrugada e eu fiquei pensando se ela estivesse ainda no BBB.
Sei lá se ela gostava ou não do cara, mas de qualquer forma, é um choque. Só de imaginar algum ex meu morto.. Argh! Agora ela, se acostumando com a pseudo-fama e o ex dela morrendo.. Li que eles eram próximos, o ex era amigo da família e tal. E eu preciso sair porque o trabalho me chama, mas só queria demonstrar que, apesar de nem sequer conhecê-los, eu fiquei, de algum modo, tocada com essa situação. Acho que desde que meu pai se foi, eu absorvo um pouco da dor de morte de cada um e tento fazer algo pra ajudar. Mas quem sou eu pra tentar dar aconchego à familia dele e dela através de um blog, não é mesmo?quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Bora dormir em paz
Olha, tem dia que a sorte resolve brincar de esconde esconde comigo. Ontem à noite uns amigos vieram aqui pra gente conversar e blá depois de um barzinho. Papo vai, vodka barata também.. resolveram ir embora. Bom que todos entramos na internet logo após, nos encontramos às 3 da madruga mais ou menos e continuamos o papo.
Depois de desligar, o interfone toca e a linda aqui, que não aprendeu sobre atender o interfone de madrugada, atende. Um cara pedia comida, pedia que Deus me abençoasse e pedia que eu abrisse a porta também. Inventei lorotas pra ele voltar amanhã que o pratinho dele estaria reservado e desliguei o tal interfone. 10 segundos depois eu escuto um barulho la debaixo, como alguém subindo as escadas. Eu praticamente sozinha no prédio já que todo mundo está de férias, me desesperei, né? Tranquei as janelas, as portas e fiquei escondidinha no meu quarto.
Liguei pra polícia e 10 minutos depois eles estavam (nunca vi 10 minutos passarem tão lentamente). Eu, me borrando ainda, olho pela janela e vejo as luzinhas da viatura. Abro o portão e eles entram. Vejo o policial pegando a arma e lá vai eu me borrar de novo. Falaram que o portão do prédio, que vai pra garagem mas que tem acesso à escada dos apartamentos também, estava arrombado e OPA, mais borrada ainda.
2 minutos depois chega outra viatura e já não tem mais espaço pra mais borro, logo imagino 23 caras do pará armados escondidos depois de roubar um banco. Nunca vi tanto policial no prédio.
No final não acharam ninguém e um policial pediu meu nome, idade e celular. No fundo eu achei que ele estivesse *aproveitando*, porque quem diabos pega o próprio celular pra anotar o número da suposta vítima? Mas né? Antes fosse. Fiz duas viaturas virem aqui a toa e o policial era até gatinho. Estou quase arrumando outra desculpa pra ligar no 190; morar sozinha é bom quando se tem um vizinho ou vizinha pra oferecer colo quando se tem medo HIHI
Depois de desligar, o interfone toca e a linda aqui, que não aprendeu sobre atender o interfone de madrugada, atende. Um cara pedia comida, pedia que Deus me abençoasse e pedia que eu abrisse a porta também. Inventei lorotas pra ele voltar amanhã que o pratinho dele estaria reservado e desliguei o tal interfone. 10 segundos depois eu escuto um barulho la debaixo, como alguém subindo as escadas. Eu praticamente sozinha no prédio já que todo mundo está de férias, me desesperei, né? Tranquei as janelas, as portas e fiquei escondidinha no meu quarto.
2 minutos depois chega outra viatura e já não tem mais espaço pra mais borro, logo imagino 23 caras do pará armados escondidos depois de roubar um banco. Nunca vi tanto policial no prédio.
No final não acharam ninguém e um policial pediu meu nome, idade e celular. No fundo eu achei que ele estivesse *aproveitando*, porque quem diabos pega o próprio celular pra anotar o número da suposta vítima? Mas né? Antes fosse. Fiz duas viaturas virem aqui a toa e o policial era até gatinho. Estou quase arrumando outra desculpa pra ligar no 190; morar sozinha é bom quando se tem um vizinho ou vizinha pra oferecer colo quando se tem medo HIHI
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
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